Transar com a Renata era uma experiência estranhamente nova. Sensualidade e carisma é uma combinação extremamente infeliz! Quando transava com a Gabi era diferente, a beijava, abria suas pernas e penetrava com toda força e ela não se entusiasmava menos, eu gozava, ela também, a sensação era ótima. Ela ligava a tv e eu ia tomar uma cerveja, voltava e transavamos de novo, com mais vigor… foi assim os três anos que moramos juntos.
Então conheci a Renata, foi tesão a primeira vista… No começo achei que fazia doce, mas ela simplesmente não sabia o que fazer. Teve em sua vida dois namorados, e embora fosse a garota mais gostosa da faculdade, poucos caras se aproximavam, e os que faziam não conseguiam ir além de uma conversa, até porque ô garota pra gostar de conversar. Depois que conversamos pela primeira vez ela já sabia o nome do gato da minha namorada na 5ª série e eu não tenho a menor idéia de como isso aconteceu, mas duas conversas depois minha língua conhecia a dela melhor que ninguém, passamos a conversar bem menos.
Mas o sexo… ela não cedia, foram dois meses de tensão, mas nesses dois meses eu tinha a gabi, transávamos violentamente, eu gozava, ia tomar minha cerveja vibrando, quase me dando os parabéns em voz alta e pensando em como iria bagunçar com a Renata, como aquele namorinho tava me cansando, mas como era também a melhor parte do meu dia.
Mas a agonia acabou, já conhecia cada centímetro do corpo de Renata, bastava penetrá-lo, já faziam dois meses e eu estava ficando maluco, sentia cada célula do meu corpo vibrar, estava a ponto de explodir. A caminho do motel podia sentir a excitação dela. Precisei de dois segundos pra me despir e fui ajudá-la, eram segundos preciosos que ela desperdiçava ali, mas três segundos e estávamos nus. A beijei como um louco, e enquanto beijava sua boca, queixo e pescoço de forma quase violenta, precionava minha mão em sua perna, ela gemia, e gemia alto, e isso me fazia sorrir… ela me beijava e mordia, começou a brincar com sua lingua em meu mamilo… transamos novamente, ficamos deitados lado a lado sem dizer palavra, eu observava seu corpo nu respirando como um todo, pesadamente, e me viro por cima de seu corpo, pronto a recomeçar… mas dessa vez trocamos beijos suaves, com movimentos lentos, ela me dizia o quanto era bom estar comigo. Ela continuou deitada na cama enquanto eu tomava um banho, estava calmo, tranquilo, uma sensação estranha.
Mais tarde ao chegar em casa, encontro a Gabi durmindo, tomo minha cerveja, ela levanta e vai ao meu encontro, me abraça por trás, eu termino minha cerveja e transamos. Eu a beijo suavemente, são três anos, gostei desses três anos, e durmo sonhando com a Renata, e com a terceira transa daquele dia, nunca tinha me sentido tão bem. Duas semanas depois Gabi e eu não dormimos mais juntos, nunca mais quis me dar os parabéns depois de uma transa, não que não merecesse…
*Texto escrito e cedido gentilmente por um amigo.