Meu coração acelera ao vê-lo, para que ninguém perceba meu affair por ele, tento agir normalmente, minha amiga comenta:-
-Nossa, o Carlos, o Rodrigo e o Rafael aqui?
Escondendo minha euforia, finjo não ter percebido:
-É mesmo, que estranho, não.
Eles nos vêem e se aproximam perguntando se podem sentar conosco, educadas consentimos.
Amanda sai para dançar com Rodrigo, ficamos nós três a conversar e a beber, com o álcool subindo me sinto mais desinibida e começo a tagarelar mais. Carlos vai ao banheiro, sinto-me um tanto envergonhada e ansiosa por estarmos a sós, ele senta mais perto, ficamos em silêncio, para quebrar o silêncio digo:
- O Rodrigo dança bem, né.
Ele responde:
-Dança sim. Eu sou um zero a esquerda, não sei dançar. Uma vergonha.
-Eu também não sei dançar direito, mas tento, por pura diversão.
-Quer tentar dançar comigo? Só sei dois para lá, dois para cá.
-Para mim, isso está ótimo. Respondo rindo.
Tentamos em vão, devido ao álcool não consigo acompanhá-lo direito, mostrando que sou pior que ele, até que a música termina, ele me olha e diz:
-Vamos dançar essa, é mais lenta.
Terminamos indo para a mesa rindo um do outro (eu envergonhada por não conseguir dançar), conversamos e Carlos me tira para dançar, consigo me acertar melhor com ele, termina a música e vou ao banheiro, volto e encontro Rafael sozinho na mesa. Tentamos dançar juntos novamente, mas dessa vez sinto sua mão me apertando mais forte contra o seu corpo e sua cabeça se aconchegando em meu pescoço, elogia meu perfume, roça sua barba em minha pele, fico arrepiada, tento fugir de seus braços, mas não consigo, sinto um beijo delicado e tímido em meu pescoço, vibro internamente de alegria, nos olhamos, ele pede desculpas, então o beijo na boca, nossas línguas se enroscam, brincam, ele tira meus cabelos de minha cara, coloco minha cabeça em seu ombro, mordo de leve sua orelha, a música termina vamos para outra mesa. Beijos e carícias ardentes acontecem, preocupada com os olhares dos conhecidos sobre nós, peço pra irmos dançar, mas ele prefere ir beber algo, conversamos.
-Amanhã vamos ser o assunto de todos.
-É o risco que corremos, você quer parar?
-Eu não me preocupo com os outros e você?
-Ele sorri maliciosamente:
-Sempre pensei que você não gostasse de mim.
-Porque diz isso?
-Você parecia me ignorar.
-Fazia isso para ver se você se apaixonava, deu certo?
Ele sorri, então continuo a falar.
-Na verdade, é porque sou meio estranha, não gosto de quase ninguém, sou meio distraída, meio anti-social, ando sempre correndo atrasada, não sobra tempo para educação.
-E de mim, você gosta?
-Estou começando a gostar.
Depois de algumas carícias, sinto que ele está excitado, me convida para ir a sua casa, recuso o convite várias vezes, até que acabo cedendo, apesar do medo de ser julgada, medo dos comentários que irão surgir no dia seguinte. No caminho da sua casa, acabo contando sobre meus temores, ele ri, com olhar terno, passa a mão em minha face e diz:
-Nunca pensei que você se preocupasse com isso, sempre me pareceu ser livre, independente, não ligar para os outros, fico feliz por você ser assim, não me enganei com você, mas amanhã é outro dia, vamos pensar no hoje e nunca vou vê-la como uma qualquer. Você é única. Surpreendentemente única.
Passamos no mercado vinte 24 horas e compramos um vinho, andamos de mãos dadas como namorados comportados, na sua casa, mal entramos e sua boca tenta me despir, sua mão puxa e me segura pelos cabelos, sua língua me invade, demonstrando que não seria só ela que iria me invadir, ele busca copos, coloca uma música, nos beijamos, ele lambe meu pescoço, busca minha boca, sinto suas mãos sob minha blusa, me despindo, beijando meus seios, mordo sua orelha, ele me olha como um caçador, olha sua presa,me puxa pelas pernas me deitando no sofá, morde minha barriga, tira minha calça, enquanto tento abrir a sua. Sinto seu pênis ereto, mordo seus lábios, ele lambe minha coxa, retira minha meia morde meu pé, fala em meu ouvido:
-Você é gostosa, sabia?
-Pare, não sou. Respondo, enquanto ele ri.
Sua mão aperta meus seios, morde de leve os bicos, sua mão me invade, sinto-me excitada, prazerosa, molhada, afasta minha pernas, fecho-as, ele me olha, rindo.
-O que foi?
-Acha que vai ser fácil?
-Fácil, não, será maravilhoso. E beija minha virilha, sobe beijando todo meu corpo, desvio o rosto, ele me prende as mãos, dizendo que sou sua refém, não posso escapar, mordo seus lábios, ele diz para ser uma boa menina, pois irá cuidar de mim, pega uma perna minha morde a afasta, lambe-me, brinca com a ponta de seu pênis com meu clitorix, me vira de costas, me deixando de quatro, sinto seus dedos massageando meu clítorix, meu prazer aumenta, lambe minha nuca, me penetra lentamente, aumentando a força e velocidade, acaricia meus seios duros de prazer, me vira e deita sobre mim, nos beijamos, pego uma espécie de lenço, um pano que ele tinha sobre uma mesa próxima ao sofá, beijo seus olhos, vendo-os. Ele sorri, lambo sua glande, mordo de leve, ele se excita novamente, sinto suas mãos conduzindo minha cabeça para um oral, obedeço, ele pede para subir nele, me encaixo, sinto suas mãos sobre minha cintura, dando o ritmo, ele goza, me deita sobre o chão, me tateia com os olhos vendados, me cheira, lambe e gozamos juntos no chão, bebemos o resto do vinho, então me leva para a cama. Ficamos trocando carícias, cócegas, rindo, adormecemos nús sob o edredon. Amanhece, acordo e vejo que estou só, vestida com meus pijamas e em minha cama.