Deitada na cama, às duas da manhã, ele me acorda com uma mensagem no celular: Quero você agora!
Mordo meus lábios, já sentindo sua respiração sôfrega no meu ouvido, respondo: Onde você está?
Meu coração acelera quando quase de imediato recebo a resposta: Na sua porta!
Era muito típico dele, me deixar sem reação alguma. Levantei, estava vestida apenas com uma curta camisola e calcinha, os bicos dos meus peitos já endurecidos mostrando a minha excitação, lavei o rosto, passei seu perfume preferido e corri até a porta, eufórica por poder rever seu rosto, ter o seu corpo dentro do meu novamente.
Já mais calma, abri lentamente a porta e lá estava ele, me comendo com os olhos cheios de malícia, abriu um sorriso largo para depois falar: Tá querendo me torturar?
Se aproxima vagarosamente, nossos corpos se tocam, sendo possível sentir a intensidade de nossos corações. Ele cheira meu pescoço profundamente, me fazendo sentir a ponta de seu nariz e sua respiração em minha pele.
Pega com força uma de minhas nádegas, espremendo meu corpo contra o seu, me empurrando pra dentro, fecha a porta e já me vejo pressionada contra ela. Não há nada entre nós, nada cabe entre nossos corpos, nenhuma mentira, nenhuma desilusão… nenhuma lágrima.
Ele sussurra em meu ouvido: Vai, diz não agora! Diz que não me quer mais! Nossos lábios quase se tocam e ele cruelmente hesita, esperando que eu tome a iniciativa. Viro o rosto, passo a mão em meu pescoço chegando até o ombro, massageio meus peitos e retiro as alças da camisola, deixando que escorregue suavemente pelo meu corpo. Coloco minha mão em sua nuca, lambo sua orelha e sussurro provocando-o: Vai, diz não agora!
Ele me puxa pelos cabelos metendo sua língua em minha boca, beijando como nunca havia feito, cheio de tesão, de saudade. Seus beijos passam pelo meu pescoço até chegar ao peito, dá pequenas mordidinhas nos bicos, lambe-os me levando ao êxtase, lambe meu umbigo, beija minha vagina por cima da calcinha, já ajoelhado. Me pergunta: O que você quer de mim? Me ergue pela cintura e me leva até ao chuveiro, ele entra de roupa e tudo, onde toma todo o cuidado de me molhar por completo, me acariciando enquanto deixa a água quente escorrer pelo meu corpo. Retiro sua camisa, sua calça, sua cueca, encho minha mão em seu delicioso corpo, sua bunda, seu pênis, me agacho e lambo da base à ponta seu pênis quando sinto seu corpo estremecer de prazer, o chupo e escuto ele gemer. Me puxa pelo braço, me vira de costas e penetra fundo, peço que seja com mais força, me penetra de novo, peço mais e só escuto: Essa é a minha garota, apertadinha e quentinha!
Cada vez que me penetra, espera ver minha reação, meus gemidos, meu corpo pedir o seu, o lamber dos meus lábios e pergunto: você quer que eu implore? Ele aumenta o ritmo, nossos corpos num só movimento, juntos. Suas mãos preenchendo as minhas costas, meus peitos, minha vagina, brinca com meu clitóris, lambe minha nuca esperando que eu goze num longo gemido que preenche o lugar. Me abraça forte ainda embaixo do chuveiro e constata aquilo que nunca ouviu de minhas palavras, por fim pergunta: Nossa, estou sentindo batidas intensas, tudo isso é seu coração?
Haha.. gostei da idéia do “me joga na parede e me chama de lagartixa” que você postou lá na parede. Eu não conhecia seu blog. Bem bacana. Nota 10 especialmente pro layout.
Já os textos, to achando que tem alguns em terceira pessoa que deveriam estar em primeira hein? =x
Obrigado pela visita lá, volte sempre.
Rafael.