A campainha toca. Deve ser o carteiro, pensa ela. Mas quando abre a porta se depara com uma grande surpresa… Eis que o passado estava batendo à porta e ela não havia encontrado um modo de ter superado aquele passado e o passado dela era um tanto atraente; alto, moreno, ligeiramente musculoso e abundantemente sedutor. O mundo girou mais veloz no momento que ela abriu a porta, o chão sumiu debaixo dos pés dela, ocorreu uma grande reviravolta dentro do seu interior, o ar ficou mais denso, as batidas de seu coração mais aceleradas, um suor gélido repentinamente apareceu sobre sua face, outrora devidamente maquiada. Depois de recobrar o fôlego ela conseguiu sussurrar uma frase:
- Você!… quanto tempo…
Ela procurava o que dizer e não achava uma palavra que fosse capaz de montar uma frase aceitável e digna de ser dita. Ele sorria impaciente e exibia um semblante tranqüilo, como se nunca tivesse deixado ela pra trás. Mas o que ele transpassava não era real, pois ele estava tão, ou mais, aflito que ela… o fato é que o amor que ele sentia por ela nunca havia morrido, apesar de longos anos terem se passado desde que os dois haviam se separado.
- Entra! – ela disse nervosamente.
Ele percorre toda a casa com um olhar ligeiro e observador e não pode deixar de reparar no luxo presente na decoração daquela aconchegante casa… Ela oferece um café que ela tinha feito minutos antes dele chegar, ele nega, mas pede um copo de água. Eles caminham pra cozinha num silêncio mórbido, mas quando chegam lá parecem que viraram, novamente, jovens apaixonados e se rendem aos braços alheios. Ela numa ânsia desesperada de saber por que ele havia ido embora e ele numa ânsia maior ainda de tentar se explicar, entre beijos e lágrimas eles foram se achando e se entendo.
Ele agarra ela com toda sua força e todo seu desejo de homem, que até então estava adormecido, pois desde que fora embora nunca dormira com outra mulher e ela num afã louco de ser dominada por um homem másculo, além de tesão tinha amor.
Eles se beijam loucamente, se enroscam numa volúpia inesgotável. Ele a joga em cima da mesa, levanta sua saia num ato desesperado, ela abre a calça dele cheia de desejo e coloca o membro dele, rijo, dentro de sua vagina quente e molhada. Gemidos, beijos, mordidas… O mesmo movimento vai-e-vem em várias intensidades, começando bem devagarzinho e aumentando conforme o termômetro do corpo deles subia a temperatura. Ela geme mais alto, pede pra que ele enfie com mais força, então ele, freneticamente, enfia e tira com toda força seu pênis de dentro da vagina dela, movimentos rápidos, fortes e compassados. O suor começa a surgir pelo corpo dos dois, ela morde os lábios e geme, cada vez, mais alto. Ele, no ápice do prazer, rasga sua blusa e expõe os seios dela, devidamente conservados, então ele começa a lamber o mamilo dela, o ritmo da penetração fica mais vagaroso, ela se desespera, pois gosta de um sexo selvagem, dá um tapa na cara dele e geme “Mais forte!”, ele solta o peito dela e enfia o pênis com toda força…até gozar.
Ele senta, exausto, no chão da cozinha…mas ela não está exausta, muito pelo contrário, ela quer mais, muito mais! Então ela se agacha junto a ele e começa a chupar o pau dele, que estava murchando e numa única lambida o sangue começa a circular pelo pênis dele. “Ela faz um boquete como ninguém!”, pensou ele enquanto fechava os olhos e se entregava aquele doce prazer de ser chupado. Ela se cansa e diz que é a vez dele. Primeiramente ele introduz o dedo na vagina dela, depois começa a chupar os lábios da vagina, lambe vagarosamente, explorando todo o púbis dela… Faz isso sem parar, até que ela tenha um orgasmo. Então ele a beija com violência e a puxa, joga ela de cara na parede e faz um anal nela. Ela geme desesperadamente, arranha a parede, pede pra que ele não pare, geme mais alto… Depois de uns minutos nessa selvageria, ele a solta, passa a mão pela cabeça, fecha o zíper, dá um beijo doce nela e diz que precisa ir embora. Ela o olha tristemente e pergunta quando irá vê-lo novamente… Ele dá um sorriso um tanto maligno e diz que em breve e será frequentemente, pois ele havia acabado de comprar a casa que estava à venda na esquina da rua dela.